What’s going on #1? – Março 2018

Quando eu me propus a voltar com o blog, eu tinha uma única certeza: não quero escrever conteúdo genérico. Fazer resenhas de produtos populares, falar de tendências do momento…nada disso. Veja bem, não tem absolutamente nada de errado nisso. Afinal, o conteúdo é produzido porque sempre tem alguém consumindo (eu inclusa!).

Tanto é que, desde que voltei, eu quase não postei por aqui. Assunto eu sempre tenho, não me leve a mal, quem me conhece sabe que se deixar eu posso falar – e escrever – por horas a fio. Mas muita coisa tem acontecido nos últimos meses e o blog acabou ficando em segundo plano.

Resolvi criar essa categoria pra falar de assuntos pessoais diversos, literalmente uma atualização mensal da minha vida. Quando eu entrei na blogosfera, meu primeiro blog era um diário pessoal. E eu sinto falta disso. Talvez eu não entre em detalhes como antigamente, mas acho legal e importante registrar pequenos pedacinhos da vida.

Vou participar do BEDA

Vi algumas colegas da blogosfera se programando pro BEDA (blog every day april) e me animei, acho que era o empurrão que faltava pra escrever mais por aqui. A ideia é um post novo todo dia às 8 da manhã, mas vamos ser realistas: se eu não postar todo dia, tá tudo bem, acontece. Mas eu to me programando e se o universo cooperar, vai ter muita coisa legal por aqui. Se vocês quiserem que eu escreva sobre algo ou algum assunto em especial, me avisa: manda um comentário, tweet, mensagem no insta…vale tudo.

Apliquei pra um mestrado

Quando eu terminei minha pós-graduação uns tempos atrás eu poderia jurar que eu não voltaria para a universidade de forma alguma, só de pensar em escrever outra tese chega a bater um grande arrepio. Mas eu sou aquariana rebelde e impulsiva e, claramente, não foi bem assim. Ainda não quero entrar muito em detalhes, afinal, eu só vou saber se fui aprovada em Maio. Mas basicamente uma amiga me marcou num post do Catraca Livre (JURO, NÃO TO MENTINDO) e eu achei bacana e apliquei. Bem vida louca mesmo, sem pensar duas vezes. Se der certo eu conto tudo em detalhes por aqui porque vai ser bem legal.

100% freelancer

Foi a decisão impulsiva mais bem pensada que eu já tive. Eu não estava feliz, não estava em ambiente legal e não estava sendo valorizada pelo meu trabalho. Eu perdia tranquilamente metade do meu dia entre idas e vindas do trabalho, estava sempre exausta e sem tempo pra me dedicar a qualquer outra atividade. Claro que eu sou extremamente privilegiada e nem todo mundo pode tomar esse tipo de decisão repentina na vida, nem vou discutir isso porque eu obviamente reconheço que não é acessível. Mas optar pela vida de freelancer me ensinou muita coisa, e ainda me ensina.

Eu trabalho com tradução e interpretação desde os 16 anos, tecnicamente foi o primeiro emprego que eu tive. Sempre que podia eu pegava um trampo pra não dar aquela enferrujada, mas nunca foi algo que eu vocalizava e vendia para o mundo. Obviamente eu não trabalho só com isso, porque o mercado da tradução cresceu exponencialmente nos últimos anos e ficou extremamente competitivo. Eu dou aula de idiomas, reviso trabalhos, faço consultoria de negócios e alguns freelas de design e marketing também. Tá difícil? Muito. Mas eu nunca estive tão feliz. Se você quiser conhecer um pouquinho mais sobre o meu trabalho, possivelmente contratar um dos meus serviços ou simplesmente me pagar um café, clique aqui (ou no botãozinho ali do lado na sidebar).

Bom, por enquanto é isso aí. Alguém mais vai participar do BEDA? Tô muito ansiosa pra tirar um tempinho e visitar alguns blogs. Até amanhã, galera!